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Epamig

Epamig estuda alternativas de produção de taioba

Projeto avalia o cultivo da hortaliça em diferentes condições de exposição ao sol

31/03/2020 09h32
Por: Redação
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Também conhecida como taiova, orelha-de-elefante, macabo, mangará, taiá e yautia, a taioba pode ser o ingrediente ideal para tornar o cardápio mais nutritivo. Com alto consumo e cultivo em regiões tropicais e subtropicais, a espécie - que integra o grupo das Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs) - vem sendo estudada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) na região Centro-Oeste do estado.

O projeto “Cultivo de taioba a pleno sol e sombreamento na região central de Minas Gerais”, coordenado pela chefe-geral da Epamig Centro-Oeste, Marinalva Woods, tem como objetivo atender a demanda regional por informações sobre o cultivo da hortaliça, além de propor o resgate de culturas e costumes alimentares saudáveis, com foco na ampliação da diversidade de alimentos e aumento de renda para produtores.

“A taioba geralmente é plantada nos fundos de quintais, onde se desenvolve muito bem durante todo o ano. Por ser uma espécie mais típica da Mata Atlântica, é necessário sombreamento para que ela se desenvolva. Estamos estudando as melhores condições. Neste experimento, trabalhamos com telas visando criar um ambiente próximo do ideal, mas em um sistema comercial” explica Marinalva. 

A inciativa é desenvolvida no Campo Experimental da Epamig de Santa Rita, em Prudente de Morais, região de transição ao Cerrado. Os trabalhos de pesquisa dão continuidade aos estudos realizados na Zona da Mata mineira, em área de clima mais quente e seco.

 

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